Acne: principais causas e tratamentos

Acne, espinha, cravo ou qualquer outro nome que você queira usar. É uma condição comum durante a fase da adolescência (puberdade), que é quando as glândulas sebáceas se ativam, mas também pode ocorrer em qualquer idade. Não é nenhuma doença perigosa, mas pode deixar cicatrizes na pele.

Geralmente aparece no rosto (principalmente), na testa, peito, parte superior das costas e ombros. Existem inúmeras causas e, quanto mais cedo você identificá-las e iniciar um tratamento, menor será o risco de problemas. E é sobre isso que vamos falar no post de hoje. Confira suas principais causas e tratamentos. Vamos lá?!

O que causa a acne?

Excesso de concentração de células mortas e a superprodução de óleo (sebo) nos folículos da pele estão entre as principais causas. As espinhas são caracterizadas por manchas vermelhas com o centro branco, o que sinaliza que o folículo piloso está inflamado ou infectado por bactérias.

Alguns fatores que podem desencadear ou agravar a condição:

 

  • Hormônios: Assim como a calvície, os hormônios também podem ser responsáveis pelo aparecimento de espinhas, especialmente na fase da puberdade. Alterações hormonais devido à gravidez ou ao uso de contraceptivos orais também podem aumentar a produção de sebo.
  • Alimentação: Estudos demonstraram que alguns alimentos, como leite desnatado e alimentos ricos em carboidratos podem piorar a condição. O chocolate também está entre eles.
  • Estresse: Sim, o estresse pode realmente favorecer a produção de sebo e piorar a condição.

 

Resumidamente, as principais causas de tais alterações na pele giram em torno de:

  • idade (mais comum entre os 12 e 18 anos);
  • falta do hábito de limpar a pele corretamente;
  • não retirar a maquiagem para dormir;
  • uso de produtos mais gordurosos na pele;
  • reações à determinados medicamentos;
  • sol em excesso.

Fatos rápidos sobre a acne

  • É uma doença de pele que envolve as glândulas sebáceas.
  • Entre 11 e 30 anos, afeta 3 em cada 4 pessoas.
  • Não é uma doença perigosa, mas pode deixar cicatrizes na pele.
  • O tratamento sempre dependerá de quão grave a condição está.
  • Suas principais causas incluem ciclo menstrual, genética, estresse, ansiedade, climas mais quentes e o uso de determinadas maquiagens.

E quais são os principais tratamentos?

O tipo de tratamento vai depender de quão grave e persistente é o problema.

Nos casos mais leves, a condição pode ser facilmente tratada com medicamentos específicos, como sabonetes, cremes, géis e loções de pele. Lembrando que, cremes e loções são indicados para peles mais sensíveis, e os géis para pele oleosa.

E já nos casos mais graves, um especialista em pele, ou dermatologista, pode tratar a condição. Eles podem prescrever medicamentos mais fortes, bem como tratar cicatrizes de espinhas e cravos a partir de laser de CO2, subcisão cirúrgica ou tunelização dérmica.

Dicas para evitar e gerenciar espinhas e cravos

Segue abaixo algumas dicas para que você possa cuidar melhor da sua pele, especialmente se você anda enfrentando problemas com espinhas e cravos.

  • Lave o rosto duas vezes por dia com algum sabonete feito especialmente para combater espinhas e cravos.
  • Não estoure ou esprema as espinhas, isso só irá causar mais inchaço e vermelhidão.
  • Lave as mãos sempre, principalmente antes de aplicar maquiagem ou algum creme.
  • Tente controlar sua ansiedade e estresse, pois ambos podem agravar o problema.
  • Não fique muito tempo no sol.

Enfim, existem inúmeras causas e formas de tratamento, mas essas são as principais e que proporcionam melhor resultado. Vale lembrar que, antes de escolher um tratamento por conta própria, é recomendado visitar um dermatologista, pois ele poderá identificar a gravidade da sua acne e o melhor tratamento para ela.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como dermatologista em São Paulo e Belo Horizonte!

Por: Dra. Ana Paula Coelho

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